Mais de 700 pessoas foram presas durante o carnaval do Rio de Janeiro. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (23) pela Secretaria de Estado de Segurança Pública. Apesar do alto número, cerca de 200 dessas prisões já foram relaxadas, de acordo com o secretário Victor dos Santos.
“Tivemos 731 presos só neste carnaval. Infelizmente temos uma porta giratória por conta de legislação, o que resulta em quase 30% desses presos já estão na rua por conta das audiências de custódia”.
Um dado que chama a atenção é a queda de 43,5% nos registros envolvendo turistas, na comparação com o carnaval do ano passado. E também a redução nos furtos e roubos de celular e contra pessoas nas ruas, como detalha o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi.
“Crimes de oportunidade, ou seja, celular e transeunte; em 2025 foram 739 e em 2026, foram 496 ocorrências. Então, comparando com o ano passado, houve redução de 32,88%. Foi o carnaval mais seguro dos últimos anos”.
Cento e doze celulares roubados foram recuperados no período, um aumento de 211%, na comparação com o ano passado. Também houve aumento de 208% na apreensão de simulacros de arma de fogo, que fechou em 140 apreensões, e de 46% na quantidade de armas apreendidas, 60 no total.
Somente durante o carnaval, foram realizados mais de 1,8 mil salvamentos marítimos. Cerca de um terço deles ocorreu nas regiões das praias da Barra e do Recreio, na zona sudoeste carioca.
O trabalho da Lei Seca registrou um total de 44 ações. Dos 4.658 condutores abordados, 858 foram autuados por alcoolemia. E cerca de 100 motoristas de carros alegóricos também fizeram o teste do bafômetro. Nenhum deles foi autuado.

















