Ação da Prefeitura reduz espera por atendimento de TEA em centro especializado de Araguaína

Facebook
Twitter
WhatsApp

A Prefeitura de Araguaína, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, realiza uma força-tarefa no Centro Especializado em Reabilitação, administrado pelo Hospital de Amor, para ampliar o atendimento a pacientes com Transtorno do Espectro Autista. A ação começou no dia 6 de abril e segue até o dia 12, com funcionamento diário das 7h às 18h.

Integrado à 2ª Semana Nacional de Saúde, o mutirão tem como objetivo reduzir a fila de espera, com previsão de mais de 500 atendimentos, incluindo pacientes que aguardam diagnóstico e aqueles já inseridos no serviço, mas que ainda não iniciaram terapias.

Durante o período, os pacientes passam por avaliação completa, com consultas em neuropediatria e psiquiatria, além do acompanhamento de uma equipe multiprofissional. A iniciativa tem impacto direto nas famílias, como a do professor João Paulo Bispo Neves, que se mudou de outra cidade para garantir o tratamento do filho.

“A gente foi obrigado a mudar para cá, devido ao atendimento. Hoje a gente é bem recebido aqui, é um grande apoio para a nossa população”, reforçou o pai, elogiando o acompanhamento cuidadoso prestado pela equipe médica do CER.

Recepção humanizada e atenção ao paciente

Para deixar o ambiente mais acolhedor, especialmente para as crianças, o evento oferece brinquedos, lanches e a presença de personagens infantis.

Uma ambulância também ficará disponível no local para atender possíveis emergências.

Saúde para todos

O atendimento no CER de Araguaína é voltado para todas as idades e também atende pacientes de diversos municípios da região, sendo referência para 42 cidades.

A unidade acompanha cerca de mil pessoas por mês, mantendo os atendimentos mesmo durante o mutirão.Entre os beneficiados está Rafael Moura, de Ananás, diagnosticado com uma doença que afeta a coordenação motora e pode comprometer a visão.

“Vai fazer dois anos que faço tratamento aqui, e está ajudando a retardar os sintomas. Como é uma doença que não tem cura, eu também preciso me preparar, por isso já tenho aulas de braile. É como aprender um novo idioma”, explicou o paciente.

Facebook
Twitter
WhatsApp

Inscreva-se e receba novas notícias direto no E-mail!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recentes

Relacionados