Houve a prisão temporária de dois policiais militares acusados de serem responsáveis pelo homicídio de Jefferson Lima Borges, de 25 anos, executado a tiros na zona rural de Sandolândia, em setembro de 2025. Essa decisão foi promovida pela Justiça a pedido do Ministério Público do Tocantins (MPTO).
Os policiais envolvidos são Devany Gomes dos Santos e Cláudio Roberto Nunes que estão sob prisão temporária. Nesse contexto, o Judiciário recebeu o pedido e determinou a custódia dos investigados por 30 dias.
Dias antes de ser morto, a vitima procurou Ministério Público para relatar a conduta abusiva e ameaças dos policiais agora investigados. Conforme os relatos da Policia Civil, Jefferson foi morto com múltiplos disparos de arma de fogo durante a madrugada, em uma emboscada em local afastado.
Houve também indícios de possíveis interferências na resolução de provas do caso. O Ministério Público ao se manifestar pela prisão temporária realçou a importância das medidas para garantir o andamento do caso.
Resposta da PM
Na tarde desta terça-feira (10), a Polícia Militar do Tocantins (PMTO) cumpriu os mandados de prisão temporária contra dois policiais, expedidos pela 1ª Escrivania Criminal da Comarca de Araguaçu. Atualmente, eles estão custodiados na sede do 4º Batalhão da PM, em Gurupi, e permanecem à disposição da Justiça.
Em nota, a PMTO informou que a investigação segue sob responsabilidade das autoridades competentes e que acompanhará o andamento dos trâmites legais nas esferas cível e criminal. A corporação reforçou ainda que não compactua com desvios de conduta e que adotará as medidas administrativas cabíveis conforme os desdobramentos do caso.
“A Polícia Militar reforça seu compromisso com a legalidade, transparência e o respeito às decisões do Poder Judiciário, reiterando que não compactua com quaisquer desvios de conduta por parte de seus integrantes“, esclarece a nota da corporação.
Referencias: af noticias
















