Palmas utiliza 426 Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs) como parte das ações de combate ao Aedes aegypti. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (Semus), os equipamentos são instalados em imóveis considerados de maior risco para a reprodução do mosquito e recebem acompanhamento, em média, a cada 15 dias.
O município informa que a Vigilância em Saúde identificou 266 pontos estratégicos com condições favoráveis à proliferação do vetor. Esses locais têm vistorias, tratamento de possíveis criadouros e orientações aos responsáveis. O total de pontos estratégicos não corresponde ao número de estações.
Como a estação funciona
De acordo com a bióloga da Semus Renata Braga, os recipientes escuros com água atraem as fêmeas que procuram locais para depositar ovos. Ao tocar uma tela impregnada com larvicida, o mosquito carrega partículas do produto no corpo e pode transportá-las para outros criadouros.
A finalidade, explica a técnica, não é matar imediatamente o mosquito adulto, mas impedir que as larvas dos locais alcançados pelo produto cheguem à fase adulta.
Medida não substitui a eliminação de água parada
A Semus ressalta que as estações são uma ferramenta complementar. A orientação à população continua sendo eliminar recipientes que acumulem água, manter caixas-d’água tampadas e limpar quintais e terrenos.
Nas visitas de monitoramento, as equipes verificam as condições dos equipamentos e a necessidade de manutenção. O comunicado municipal não apresenta uma estimativa de redução de casos de dengue atribuída às estações.
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde de Palmas.
Com informações de release divulgado por Prefeitura de Palmas.


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